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Tudo sobre Comunidade Judaica

Ataque em Sydney revela relação familiar entre atiradores

No ataque mais mortal da Austrália desde 1996, um pai e seu filho foram identificados como os autores do tiroteio em Sydney, que deixou ao menos 15 pessoas mortas, incluindo uma criança de 10 anos. O ataque ocorreu na praia de Bondi durante um evento de Hanukkah, surpreendendo centenas de participantes. O comissário de polícia afirmou que Sajid Akram, de 50 anos, possuía legalmente seis armas de fogo e foi morto. Seu filho, Naveed, de 24 anos, ficou ferido. O primeiro-ministro descreveu o incidente como um ato de antissemitismo e um ataque terrorista contra a comunidade judaica local.

Ataque terrorista em Bondi Beach choca Austrália: 12 mortos e 29 feridos

Um ataque terrorista na praia de Bondi, em Sydney, deixou 12 mortos e 29 feridos, sendo direcionado à comunidade judaica no primeiro dia do Hanukkah. A polícia australiano confirmou que um dos suspeitos está morto e outro em estado grave, enquanto investigações sugerem a possibilidade de um terceiro envolvido. O primeiro-ministro Anthony Albanese descreveu o evento como chocante e angustiantes, enfatizando que a noite, que deveria ser de paz, foi interrompida por um ato horrível. Um dispositivo explosivo improvisado foi encontrado em um carro vinculado ao autor falecido, intensificando as preocupações de segurança na região.

Ministro israelense sugere que judeus de Nova York se mudem para Israel

Em resposta à eleição de Zohran Mamdani, o primeiro prefeito muçulmano de Nova York, um ministro israelense fez um apelo aos judeus da cidade para que considerem se mudar para Israel. Mamdani, que assume em janeiro e é conhecido por suas críticas a Israel, chamou o país de 'regime de apartheid' e denunciou diversas formas de discriminação. A declaração do ministro Amichai Chikli menciona que a nova liderança na cidade representa uma ameaça para a comunidade judaica e sugere que Nova York não será mais a mesma para eles sob a administração de Mamdani.

Elon Musk enfrenta críticas após gesto controverso em comício

Elon Musk gerou grande polêmica após um gesto em um comício que muitos associaram a uma saudação nazista, comparando-o a Hitler. Durante seu discurso em apoio a Donald Trump, ele repetiu um movimento que culminou em uma extensão do braço, gerando críticas da comunidade judaica nos Estados Unidos. Musk respondeu ironicamente pelo X, afirmando que as acusações estavam desgastadas. O Instituto Israel-Brasil, representando a comunidade judaica, destacou que, apesar de seu apoio a Israel, isso não isenta Musk de acusações de antissemitismo, lembrando suas ligações com partidos neonazistas e comentários polêmicos sobre figuras judias.

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